Eu não deveria ser tão sonhadora... Onde está aquela minha personalidade pé no chão? Eu relembro tantas coisas, será normal?
Quando mais eu me permito sofrer, mais eu me limito. Eu sempre vou na contramão das coisas que eu digo para os outros, como se eu me balançasse na minha própria vida mesmo sabendo que vou cair...
Não é que eu queira. Como diria Cazuza: “Escuta, eu não posso causar mal nenhum a não ser a mim mesmo.” Ou pelo menos, na teoria seria isso... Eu até protejo as pessoas de me verem mal.
Só que às vezes eu sinto que ninguém tá mais nem ai pra mim, na verdade. É como se eu fosse só mais uma pessoa legal que não merece nada além de esticar a conversa até o “novidades?”, ou qualquer coisa que faça eu pensar que ainda tem quem preste atenção.
Eu ainda me encontrando na música, pra variar... Eu acho que eles foram os únicos que pararam pra me ouvir antes mesmo de eu pensar em sentir. Sentimento é universal, não tem como.
Falando em música, eu ando com a melancolia do Renato Russo por enquanto... Cazuza tem me dito coisas lindas e que eu preciso pra seguir em frente. Já eu saio pro mundo de novo firme e forte como eu sempre vou ver.
Porém é óbvio que eu vá me decepcionar, que eu vá viver mais e mais do que eu tenho procurado viver. “O amor um dia chega, irmão, mesmo com um cara pirado. Que só sabe ficar bebendo pinga, cantando rock, contando vantagem.”
Eu faço coisas que eu não devia fazer realmente... Mesmo internamente. Eu até to gostando de pensar só duas vezes antes de fazer as coisas, fechar os olhos e FOI EMBORA.
Faz-me sentir viva e até que me rende coisas boas. A verdade é que vocês estão precisando se concertar e eu estou precisando relaxar e ser tudo o que vocês um dia foram.
Mas sabe de uma coisa, “O MUNDO É AZUL... QUAL É A COR DO AMOR?”





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