Tudo sobre a tal da serotonina

domingo, janeiro 01, 2012


Sopro

                     Arco-íris como a íris colorida dos teus olhos. Me lembra a saudade branca e gélida que eu percebo me invadir ao lembrar não posso esquentá-la, tornando-a vermelha sangue, fazendo-a sumir e evaporar, para saciar minha mente já vã, no calor de um abraço.
Abraço aquele seu, que me faz pensar em como as coisas sem ele são simplesmente escuras, quase mortas. Abraço seu, que me faz falta numa manhã fria, enquanto eu observo o sol nascendo da janela do meu quarto.
                 Calor humano, é o que eu preciso. Calor da tua humanidade, calor da tua existência em mim, que aos poucos, vai colorindo minha íris tão fosca de viver a vida, em um brilho furta-cor.
Aparti dai, já me confundo em dizer o que é mais intenso, se tua aura brilhante e pura é igual a minha, se o frescor que invade minha pele em ouvir sua voz, ou talvez até todo  meu disparati de sensações.
               A verdade é que eu preciso das sensações pra viver. Preciso das cores de ti, das temperaturas de você e de todo o seu sol interno que ilumina minha alma a uma só palavra.
              Chama-se necessidade. Uma coincidência que se transformou em dependência e me faz acreditar cada dia mais que ao término de tudo, só me restará você. E ao calar do sorpro que é a vida, as cores internas serão entrelaçadas mais uma vez. E nos novos dias que virão, meu amor, serei parte de você, serei o seu amanhecer e anoitecer, serei um completo arco-íris brilhando aos teus olhos cada vez que você pensar em mim.
               Eu te sinto, isso basta.
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