" Em mim nada penso, só uma necessidade de te sentir me invade a calma, como se fosse uma alegria breve, que me faz ter vontade de viver, viver intensamente.
Como se um algo muito novo, digo novo mesmo, muito mais agudo do que essas emoções, de fundo fútil, no jardim alheio de flores de plástico.
Falo da verdade que pulsa e muda a direção do meu sentido, agora sem horário como um calendário vazio, solto na memória de um templo in memorial, espalhado na parede da pele, que aquece e ilumina meu coração hoje já ateu, na escuridão das horas covardes desse tempo pálido que não faz parte de mim.
Quando isso nos torna passível a um objeto cheio de vontades e anseios... Castração “mental” condição imposta por mentes que trazem em seu conteúdo “Brilhos eternos de uma mente sem lembranças...” "





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