Tudo sobre a tal da serotonina

sexta-feira, fevereiro 04, 2011


Volta às aulas. Da vida...

Eu agora tô com mania de me perguntar se as pessoas são subjetivas ou objetivas. É a idéia da Literatura adentrando a minha mente. Pois bem. Estávamos na nobre aula de Literatura, na minha nobre sexta-feira solitária sem computador e ainda estou (isto se chama EXCEÇÃO), quando a professora, com dever de casa, buscar uma definição SUA pra o que era Literatura. Eu ainda tô pensando na minha, mas faço idéia. Então, foi que eu dei de pensar sobre a vida, pra variar --'. Foi ai que eu fui comparar, por exemplo o meu ídolo Renato Russo, como sendo uma pessoa Subjetiva. Mas agora vem a questão que não me larga o pensamento: Se as pessoas, a população (como na Biologia) podem ser classificadas, por que a vida delas não pode ser? é complicado... Eu acho a minha vida subjetiva. Só que na hora de agir, eu acho objetivamente, eu penso com a cabeça, não com o coração. Isso atrapalha, me dói muito, provoca arrependimento, mas não me causa maiores problemas que os conflitos da mente. E o que seria pior que os conflitos da mente, não é mesmo? Pois sim.
 Provérbios, dizeres, metáforas... Tudo isso me intriga. No final das contas, em situações (normais) boas ou ruins, elas se confirmam. Só que quando você pensa que os está seguindo à risca, você percebe que está dando um enorme "balão" em relação ao caminho correto. A diferença é que vc só vê isso realmente quando o "balão" já foi dado.
Tudo o que mandam nós sermos, tudo o que queremos aprender ou ser fica tão engasgado que dói, a gente se atropela e nunca é de fato. E isso realmente não acontece por falta de avisos - pelo contrário - avisos demais.
Às vezes, para alguns apreciadores da vida isso é doce. Chega a ser doentio ao olhar de alguns, masoquista ao de outros porém, eu gosto de observar a peleja alheia DA VIDA, NÃO PELA VIDA e principalmente a minha. DO contrário, este blog nem existiria em pensamento. Não, não tenho tendência suícida não. Eu só gosto de analisar problemas.
Para ser verdadeira, nem eu me entendo, Vivo as emoções, mas quando eu penso em agir por ela, saio da situação, paro, analiso o mais sarcásticamente possível e ajo pela razão. Eu sou assim, às vezes condiz, ás vezes não. Mas fazer o quê? Minha vida começou agora. Eu acho.
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